terça-feira, 23 de abril de 2013

981 - Soneto livreiro

É das minhas.

Poeta que tento e brinco de ser,
Nada há que mais me satisfaça
Que um bom livro. Me faz graça
E devorá-lo é um grande prazer.

Porque a minha maconha é ler
Como a poesia era a cachaça
De Drummond. Não me passa
Dia sem que eu me faça sorver

Algumas páginas, dados autores
Uns são melhores, outros piores,
Mas pedem parada obrigatória.

Assim dou a leitura por conselho:
Viu um livro meta lá o bedelho
E leia. É uma resolução de glória.

Francisco Libânio,
23/04/13, 7:25 PM
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