terça-feira, 23 de abril de 2013

979 - Soneto sincrético

Que meus inimigos tenham pés e não me alcancem.

Ele é Ogum no candomblé
E na umbanda e tudo bem
Adorado na Igreja também,
Mas nela São Jorge ele é.

São protetores seja na sé
Ou no terreiro. O que tem?
Nome não avalia ninguém
E menos o avalia a sua fé.

São Jorge em seu cavalo
Tem o povo a dar regalo
Já que muito nele se crê

E o vinte e três é festeiro
Pro orixá e pro guerreiro.
Pra ambos, meu ogunhê!

Francisco Libânio,
23/04/13, 12:04 PM
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