segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

1342 - soneto aos defensores de déspotas vermelhos

Pol Pot foi tão bandido quanto os nossos bandidos militares.

Não vou ser bobo e dizer que são inocentes
Os déspotas fardados, coronéis e generais
De ditaduras militares despóticas ocidentais
E não são. São bandidos vis e inclementes,

Mas não são menos doces os prepotentes
Líderes cuja influência ventava dos Urais,
Alguns tão filhos da puta, outros até mais,
Candidatos a tiranos têm nos continentes

Independente de credo, cor e de ideologia,
É gente que, no poder, com cabeça vazia,
Enche-a de poder e aí independe do “ismo”,

Vai fazer merda, Sejam Pol Pot, Pinochet,
Stroessner ou Stallin, a esses nunca se dê
Uma coroa, o que virá depois é casuísmo.

Francisco Libânio,
14/12/13, 11:33 AM
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