sexta-feira, 1 de março de 2013

781 - Soneto que ama uma mulher branca

São lindas mesmo.

A alvura da pele... Será que é escandinava,
Germânica? Exemplo da tal raça ariana?
Não sei. A brancura lá pela Europa flana
Livre e desimpedida. Ela pode ser eslava,

Ainda que a mídia há muito seja escrava
Dessa beleza branca e faça dela humana
Perfeição, há sim beleza que dela emana,
Não sendo única e muito menos a oitava

Maravilha, mas fato: A láctea pele branca,
Se loira, morena ou ruiva, facinho arranca,
De quem a admira o que bem ela quiser.

A alvura da pele, essa europeizada pele,
Seduz o admirador e aí se entrega a ele
Para conduzi-lo ao mais absoluto prazer.

Francisco Libânio,
01/03/13, 12:26 PM
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