quinta-feira, 28 de março de 2013

856 - Soneto sem medo

Valeu a pena esperar...

No derradeiro encontro, decisivo,
Se travar agora, viramos história,
Com essa involuntária moratória
De prazer, eu só permaneço vivo

No relacionamento porque crivo
Dedicação, encho-a com a glória
Merecida, mas preciso de vitória
Na cama e lá ser mais persuasivo,

Presente e deixar o medo de lado.
Encontro-a. Vez com ela abraçado,
O negócio rola assim naturalmente.

O medo acaba, consigo ir até o fim.
Deu certo! Deu certo pra nós, enfim!
E agora está tudo ótimo para a gente.

Francisco Libânio,
28/03/13, 8:13 AM
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