quarta-feira, 27 de março de 2013

853 - Soneto sem vergonha

Fica calmo e faz como a Marta, relaxa e goza.

Mas aí estamos longe, eu e ela.
Provocá-la vira um tipo de jogo.
À vergonha de outrora a revogo,
E meu desejo vai dando a trela

Necessária já que dali é paralela
A vontade. Aumentamos o fogo,
Queremos estar perto, e é logo!
Eu quero despi-la, beijá-la e tê-la!

Não demora para a oportunidade
Aparecer. Vou saciando vontade!
Dispo-a. Linda! Beijo-a. Delícia!

Ela se põe à minha disposição,
Mas a vergonha ida é a reação
Quando ela me faz uma carícia.

Francisco Libânio,
27/03/13, 11:31 AM
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