sexta-feira, 8 de março de 2013

793 - Soneto do sexo forte

Frágil, eu?

Já dizia em tempos idos o Tremendão
Que mulher ser sexo frágil é a mentira
Absurda. A mulher é a melhor casimira
Inglesa e há quem a trate por papelão;

É uma joia da melhor e pura perfeição.
Vale mais que diamante ou que safira,
Relíquia que o máximo cuidado inspira
E ainda um a barganha por um feijão.

Mulher que pôs no mundo. Pensou já
Nisso? Sem ela nenhum homem haverá
E ainda há vagabundo que a destrata!

Mulher, o sexo forte que, mais de uma
Em uma só, desfia sua natureza suma
Já que é da criação a correção exata.

Francisco Libânio,
08/03/13, 12:06 PM
Postar um comentário