sábado, 29 de março de 2014

1573 - Soneto da foca

Passa a bola, fominha!

A foca, tão cheia de fofura,
Encantava olhares de filhote,
Quebrava qualquer boicote
Com o jeito cheio de doçura.

Aí até o mais durão a atura,
Mas a foca tinha outro bote,
Infalível, que, de camarote,
Ela fazia abalar a estrutura.

Primeiro o olhar doce e terno,
Fofo e então o nada moderno
Recurso que aprendeu petiz

E agora dominava de mestra.
Era sua fofura máxima e extra
Equilibrar uma bola no nariz.

Francisco Libânio,
25/03/14, 8:44 PM
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