terça-feira, 25 de março de 2014

1570 - Soneto do puma

Tão me passando pra trás.

O puma via seu nome em carro,
Em tênis e achava a sacanagem
Usarem e abusarem da imagem
Sem vir uma moeda no seu jarro.

E quem o via ainda tirava sarro,
Andei em você e pus bagagem
Atrás. Te pus no pé. A trollagem
Era tanta e tanto era o esparro

Que o puma pôs os advogados
Pra livrar, ao menos, uns trocados
De quem o dirige e quem o calça.

Ganhou deles o muito obrigado,
Mas seguiu mais falido e falado
Pela bicharada mais mala sem alça.

Francisco Libânio,
24/03/14, 12:09 PM
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