sábado, 30 de novembro de 2013

1309 - Soneto aos negros radicais

Beleza, moçada. Mas sem exagero nem revanchismo e nem violência.

Felicito-os pelo dia e luto por ele,
Adoro sua cultura, tão brasileira
Que o Brasil, uma nação faceira,
Não o seria sem. Que se debele

Qualquer preconceito e que sele
A aceitação da mais verdadeira
Raiz negra sem deixa-la à beira
Do mundo por conta de sua pele.

Mas aos negros que, em desejo,
Querem supremacia sem o pejo,
Sem vergonha de trocar o sinal

Da opressão, a esses: reflexão!
Pense sem ter rancor no coração
Ou terá culpa de igual ou pior mal.

Francisco Libânio,
20/11/13, 11:55 AM
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