terça-feira, 1 de abril de 2014

1579 - Soneto do canguru

Vai zoar? Faça por conta e risco.

O canguru tinha sua bolsa e consigo
Ele a carregava para qualquer lugar.
Nela ia o filhote, mas podia guardar
Mil coisas. Era um excelente abrigo

De cacarecos e como não era artigo
De luxo, Vutton ou outra marca a dar
Inveja, o canguru nunca iria ostentar.
Vale que que ela guardava o umbigo

E dentro da bolsa ele nascia e vivia.
Agora a bolsa era algo de tanta valia
Que ele se orgulha dela. E machista

Que recriminar a bolsa e o canguru
Vira sparing. Bom em boxe e kung-fu,
A bolsa tem curativo para o piadista.

Francisco Libânio,
30/03/14, 1:13 PM
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