terça-feira, 1 de abril de 2014

1580 - Soneto do coala

Nem aí pra briga.

O coala, tido bicho fofinho,
Alguns o tomavam por urso,
Mas urso não era. Recurso
De parecença a um ursinho

De pelúcia e o viam lindinho,
Capaz de levar todo concurso
De fofura, mas já o discurso
Do coala evitava o burburinho

Competitivo. Ele queria é mais
A sua árvore, refeições legais
E eucalipto a não mais poder.

Deixando os outros, opiniões
De lado exasperando paixões.
Ponha-se a fofura a adormecer.

Francisco Libânio,
31/03/14, 10:18 AM
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