domingo, 9 de fevereiro de 2014

1479 - Soneto com seu devido momento

Hoje tá difícil!

Este instante em que escrevo
Outro soneto, a hora é só dele,
A atenção. Deixo que modele
Um ao outro com o bom relevo

Que merecem. Eu apenas levo
Um ao outro e aí que se revele
Recíproco o tal negócio de pele
Sem ter pele. Faz-se o enlevo,

Casam-se comungando bens
E é quando dou os parabéns
Pelo feliz e propício consórcio.

Mas este aqui, já vi tudo. Veio,
A identificação foi um pau feio.
Na lua-de-mel se deu o divórcio.

Francisco Libânio,
07/02/14, 9:09 AM
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