domingo, 16 de fevereiro de 2014

1496 - Soneto com re-esperança

Levanta, sacode a poeira...

Depois do tombo, o choro
Até é válido, mas demorar
Nele, usar tempo a chorar
Não levanta e nem é soro

Contra queda, o desaforo
Para o tombo é se levantar,
Bater a poeira e o desafiar:
Para a briga com o sonoro

Xingamento. Ele vem durão
Para repetir a dose ao chão,
Mas repetirá o golpe anterior,

E como ele ataca já se sabe.
Agora que o tombo desabe
Por ser contra mim um amador.

Francisco Libânio,
15/02/14, 10:01 AM
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