segunda-feira, 26 de agosto de 2013

1211 - Soneto sob influência de Djavan

Djavan, fera!

Suas letras, há quem me diga,
São de completo surrealismo.
E de fato, no Djavan o lirismo
Precisa de voar para dar liga.

Só que sempre dá. E a intriga
De quem diz ser intelectualismo,
Coisa de maluco ou só elitismo
Ao ouvir Djavan me puxa briga.

O cara vê além do óbvio, é fato,
Mas isso não o faz nada chato
Nem elitista como tanto se crê.

E se Djavan não te tem sentido,
Favor explicar e pôr entendido,
Faça favor, que é tchetcheretetê.

Francisco Libânio,
26/08/13, 5:06 PM
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