sábado, 3 de agosto de 2013

1160 - soneto cheio de mãos

Como recusar?

E beijar os pés da mulher comigo
Foi bom, ela resolveu vir e inovar.
Sem me dar nada a me esbaldar,
Resolveu me impor esse castigo.

Não a pés ou peitos. Nem umbigo
Ela me deu. Pôs se a me acariciar
E deu as mãos para me provocar
Me enchendo assim a boca. Brigo?

Nunca. Eu chupei feliz cada dedo.
Sei o que ela queria por arremedo,
Mas não os vi lá como ela sugeria.

De qualquer forma, entre carícias
E chupões e outras tantas delícias
As mãos dela enchiam de alegria.

Francisco Libânio,
03/08/13, 11:54 AM
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