sexta-feira, 9 de agosto de 2013

1175 - Soneto de fim de assunto

E chega disso!

Sem mais neomulher, semimulher...
O poeta escreveu aqui e cá disse.
Opinião dada, longe de crendice,
De estereótipo, de sem entender.

Quer julgar? Julgue-me se puder.
Qualquer julgamento será tolice,
E só faz com que mais me atice
A sonetear mais, para meu lazer.

Sem mais semimulher. Já tá dito!
O desejo que se dá por proscrito
Existe e eu só bem o escancarei.

Leia cada soneto e muito xingue,
Mas se encoraje, corra ao ringue
E se enfrente. O resto eu já sei.

Francisco Libânio,
09/08/13, 6:29 PM
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