segunda-feira, 8 de julho de 2013

1112 - Soneto sexo-revoltoso

I got you!

Não vai ter beijo na nuca, ela disse.
Então tudo bem. O abraço faminto,
O corpo no corpo e o abrir o cinto
Fizeram parte de toda a alcovitice,

Das preliminares e sem a denguice,
Tudo na base do mais puro instinto
E sexo cru. Demorado, mas sucinto.
Só sexo, com a medida de safadice,

Mas sem intimidade e sem nominhos.
Gozamos após corrermos caminhos
Que queriam nossos lados besta-fera.

Acabado o sexo, ela nua e oferecida,
Deixando parte da anatomia oferecida.
Beijei-lhe a nuca de rebelde que eu era!

Francisco Libânio,
08/07/13, 11:56 AM
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