quinta-feira, 27 de junho de 2013

1087 - Soneto corruptor

Lê aí, Manolo.

Você, que me lê nesse momento,
Leia mais este verso e o que vier
E o outro. Não irá se arrepender!
A quadra a seguir é adiantamento

Pela leitura e este cumprimento
Exige de ti, oh leitor, também ler
Mais este verso cheio de prazer
E este outro com contentamento.

Aproveita e lê também o terceto
Este que eu aqui me comprometo
A te dar um agradinho irrecusável.

E negociando chegamos ao final.
Uma corrupção que valha, afinal
Poesia, até se ilícita, é agradável.

Francisco Libânio,
27/06/13, 11:43 AM
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