domingo, 24 de junho de 2012

Após teu último suspiro em meu peito


Após teu último suspiro em meu peito,
Percebi finalmente, o quão te foi boa
A noite e quanto este teu tímido jeito
Desaparece quando o que te afeiçoa

Não é outro tímido ou o que fala feito
Uma matraca. Tampouco uma pessoa
Precisa ser especial para em teu leito
Deitar. Ela precisa fazer é que te doa

Os buracos. Precisa usar da violência
No que se usa chamar de fazer amor,
Precisa fazer que tu peças clemência

Ajoelhada após pedires mais e mais,
Agora em meu colo te refazes da dor
Toda feliz com minhas marcas carnais.

Francisco Libânio,
24/06/12, 1:45 PM
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