domingo, 3 de junho de 2012

0175 - Soneto para Kátia Flavia do Fausto Fawcett


Topasse com Kátia Flávia na rua sentiria medo,
Tesão, vontade de gritar, vontade de me deixar
Ser vítima. Se ela matou um figurão me matar
Seria café pequeno. Facim dela sentar o dedo

No gatilho, eu virar presunto e ela curtir degredo
De luxo em Copa ou no Leblon de pernas pro ar,
De calcinha bélica (o que é isso? Pode explicar?)
E não fazendo do seu paradeiro nenhum segredo

Depois, ela pediria uma pizza e ligaria pra polícia
E para quem mais quisesse saber. Ama ser notícia
Desde os idos tempos a cavalo nas noites do Irajá

Doida, mas quem não gostaria de chamar de sua
Uma gostosona belzebu que anda por aí toda nua?
Duvido que ninguém e se alguém disser “eu” mentirá.

Francisco Libânio,
03/06/12, 12:11 PM
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