segunda-feira, 25 de junho de 2012

0257 - Soneto ao goleiro muralha


O moleque, nascido e criado na base
De um grande clube chegou a titular
Posto de grandes nomes, de Gilmar
A Dida e viveu lá sua aureíssima fase

Ele no gol, não há bola que lhe vaze,
Dedo quebrado o impede de jogar?
Só morto é que lhe tomam o lugar
E pegou tudo. Dele só se lia frase

Positiva. Fera! Craque! É de seleção!
E quando errava ou tinha fraca atuação
No outro jogo punha debaixo do tapete

A crítica do torcedor brabo mais xiita,
Mas foi perder pra Ponte, mera desdita,
Quase foi embora debaixo de cacete!

Francisco Libânio,
25/06/12, 10:22 AM
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