terça-feira, 5 de junho de 2012

0180 - Soneto para a Flora do Gilberto Gil


E o baiano escreveu para sua mulher
Uma canção doce, bela homenagem
Ressaltando por frondosa folhagem
A graça de sua senhora, o bem querer

O nome, já poético, permite correr
Comparações. Uma visão selvagem
De flores e frutas onde a linguagem
Genial de Gil derrama com prazer

Gostos, agrados, desejos, floreios,
Belo bucolismo indo pelos esteios
Do lirismo do moderno tropicalista

O que prova que o amor verdadeiro,
Quando existe, deixa o seu cheiro
Até mesmo num dito vanguardista.

Francisco Libânio,
05/06/12, 1:05 PM
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