domingo, 3 de junho de 2012

0174 - Soneto para a Diana de Carlos Gonzaga


E da letra original do já imortal Paul Anka
Fez-se uma versão, grande especialidade
Da turma da Jovem Guarda, sem maldade
Nem malícia. Meio boba, mas que arranca

Suspiros dos brotos daquela época branca,
Mas as Dianas, a de lá, mulher já de idade
E a de cá, que interpreto viver sua mocidade
São musas que despertam a paixão franca

Nos corações do letrista e de quem a verteu
Para os daquele tempo enquanto agora eu,
Ignorante da versão original, ouço a fulana

Em inglês na voz deliciosa do eterno bardo
Oldie de outras pérolas e com esse petardo
Empolgo repetindo o fim Oh, please, Diana.

Francisco Libânio,
03/06/12, 11:35 AM
Postar um comentário