terça-feira, 17 de março de 2015

1813 - Soneto versado

Fala-se tanto sobre qualquer assunto
Que parece haver boom de doutores,
De sábios inquestionáveis e mentores
Sapienciais. Todos agem em conjunto

Nas redes sociais, mas aí se pergunto
Uma coisa que exija saberes melhores,
Os mestres me direcionam os rancores
E não respondem. Sou o tolo bestunto,

O que questiona algo que parece divino.
O duro é ver que todo o saber cristalino
Desses doutos é bijuteria da vagabunda.

Meu soneto, que é lido não em filosofia,
Densidades, mas tem cultura e isonomia,
Chuta cada um desses bons na bunda.

Francisco Libânio,
06/01/15, 8:43 AM
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