terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

1779 - Soneto a um terrorista

Treze anos atrás, a tua vitória
Ante o grande satã americano
Abalou a História em tal plano
Que foi aquela a grande glória

Do teu ódio, fez linha divisória:
Agora o inimigo era todo tirano
Num confim. Fosse muçulmano
Aí mereceria bala. Eis a História

Reescrita pelo cego radicalismo.
O americano, todo o simbolismo
Das torres, tudo ficou martirizado.

Meu bom terrorista, apoio tua ideia,
Mas teu atentado perdeu a plateia
E a razão ficou toda do outro lado.

Francisco Libânio,
11/09/14, 4:16 PM
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