segunda-feira, 13 de agosto de 2012

0386 - Soneto amazonense


Entre a floresta e o boi-bumbá
Existem milhares de segredos
E ligações. Nesses arvoredos
Quantas minúcias nos contará

O caboclo, o índio ou o que há
Nesse Brasil que os arremedos
Contam ter mato e os enredos
Da Iara, do Saci ou do Boitatá

Entre tantas matas e tantos rios
O Estado guarda imensos vazios
E uma grande cidade por capital,

A gente mestiça, o embate celeste
E rubro que, tão longe do Sudeste,
Encanta com sua beleza sem igual.

Francisco Libânio,
13/08/12, 9:21 PM
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