domingo, 26 de maio de 2013

1021 - Soneto sensorial

Hoje tem.
Olhos que veem tão admirados,
Ouvidos que notam o sussurro
E apreciam o sonoríssimo urro;
Nariz, ao qual os caracterizados

Odores deixam logo extasiados...
O dali em que com o dedo curro
E o do corpo quando o empurro
Deixando os dois maravilhados.

Sobra por fim a boca, o paladar
Já que o tato, o mais elementar,
Trouxe o sabor de lá produzido.

Um outro toque, direto, profundo
Revela no átimo de um segundo
Um sexto e maravilhoso sentido.

Francisco Libânio,

26/05/13, 11:55 AM
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