segunda-feira, 28 de março de 2011

Foi sexo sem amor, apenas esporte


Foi sexo sem amor, apenas esporte
Primeiro foi gozo, depois deprimente,
Uma onda de desejo que era latente
Acabou em instinto numa refrega forte

Sem censuras ou pudores de sorte
Que nosso coito duraria eternamente
Não fosse a fala a calar de repente
Meu ímpeto, minha fome, minha corte,

Tinhas alcançado o êxtase e pronto!
Era o que querias e fim do confronto
Minha cama não teria mais teu calor

O sexo acabava, cessava teu apetite,
Azar se eu gostava. Era até aí teu limite,
Ápice do teu prazer, início do meu amor.

Francisco Libânio,
28/03/11, 9:03 AM
Postar um comentário