sábado, 19 de março de 2011

Essas pessoas


Essas pessoas que reinterpretaram o amor
De uma forma peculiar, mas mais sincera
Tiveram do mundo duas reações, o horror
Por amar peculiarmente do que se espera

E depois do horror veio uma paúra austera
De que o peculiar virasse regra a sobrepor
O que é dado por normal. Se é o que impera
Por que é que o diferente deve ser maior?

E o mundo, então, cercou essas pessoas,
Impôs-lhes verdades, fatos e lições boas,
Que de boas nada tinham. Só imposição

As pessoas se abalaram? Que abalar nada!
Continuaram se amando de forma apaixonada
Ignorando o mundo que falava sem razão.

Francisco Libânio,
15/03/11, 9:40 PM
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