terça-feira, 2 de outubro de 2012

484 - Soneto de ligeireza

Ninguém segura o tempo!


Corre rápido esse dois mil e doze!
Era janeiro ontem e já é o mês dez
E correu com tamanha desfaçatez
E tal garbo que não perdeu a pose,

E como fosse verdadeiro virtuose
Do andar, nem fez notar a rapidez,
Notamos nós, surpresos, cada vez
Que olhamos a folhinha que coze

Suas folhas. Antes muito robusta,
Dia a dia emagrece que assusta!
Quero perder peso assim também!

Mas com saúde e com esse dom
Para chegar no natal e no réveillon,
Engordar e começar o ano bem.

Francisco Libânio,
01/10/12, 8:46 AM
Postar um comentário