quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Qual de ti, mulher dúbia e misteriosa


Qual de ti, mulher dúbia e misteriosa,
É a tua face própria e a verdadeira?
Se a mulher casta, doce e virtuosa
Ou esta impudica, impura e rameira

Que me faz na cama farta e orgulhosa
Realizando loucuras a noite inteira
E depois se deita e como uma esposa
Acaricia, beija, abraça e aí, à beira

Da cama se veste para vir se deitar
E dormir o sono das moças inocentes
Agarrada em mim como prendendo?

Não sei me responder, mas entendo
Que elas, complementares e competentes,
Me surpreendem e eu adoro adivinhar.

Francisco Libânio,
17/02/11, 10:22 AM
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