quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Iemanjá


Quando ela vem saindo do mar,
Seu manto azul vivo e reluzente
A confundir com a água do mar
Tomando as flores jogadas
Dadas de presente,
Flores entregues ao sabor do mar
Iemanjá se agrada e agradece
Aos seus devotos na beira do mar
Ela fica ali escutando as preces
Dos fiéis que molham os pés no mar
E louvam o dois de fevereiro,
O dia santo da rainha do mar,
Dia em que se pede graça
Para o ano inteiro
Numa fé que se renova
Como as ondas do mar.

Francisco Libânio,
02/02/11, 12:44 PM

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