quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A última mulher que eu tiver em minha cama


A última mulher que eu tiver em minha cama,
Que seja a que me faça morrer nos braços
E que ouça meus últimos suspiros escassos
Após vivermos a dois a mais variada gama

De experiências luxuriosas, os mais devassos
Momentos em que o prazer seja nesta trama
Personagem principal junto a esta lasciva dama
Responsável pelos últimos descompassos,

Que ela saboreie em minha carne meu desejo,
E deguste meu sabor com o paladar refinado
Para, saciada, se limpar e se deitar ao meu lado

E encerre seu banquete com um doce gracejo,
Um beijo quente como quem promete algo mais
Selando o acordo: Não nos separaremos jamais.

Francisco Libânio,
26/01/11, 7:56 PM
Postar um comentário