segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Eu te amo mesmo que aqui não estejas


Eu te amo mesmo que aqui não estejas
Ou que pareça que comigo não estarás
Nunca como se amasse debalde. Capaz!
Meu amor te verá e sabe, caso o vejas,

Que esta espera dolorida ficará para trás
E caso contrário, pedirá que o protejas
Sem te ver. Esperará sendo alvo de invejas,
De dizeres, de vais e outras coisas más

Azar de quem o fizer. Eu amarei inda assim.
Nessa expectativa de que dia aconteça
O encontro de nossos olhos e floresça

Desse amor que parece amar o inexistente.
Pode ser, mas faço-o confiante e crente
De que o que não existe será real ao fim.

Francisco Libânio,
24/01/11, 5:53 PM
Postar um comentário