quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

12 - A doçura terna das tuas carícias


Extraído de http://4.bp.blogspot.com/_qM3u7js14uI/R9vOocp1MmI/AAAAAAAAANw/5FAfC9SlUVc/s400/cama%2520nua.jpg


A doçura terna das tuas carícias
(Se assim posso, por bem, chamá-las)
Pareciam tão sinceras que tu, ao me dá-las,
Aproveitava junto comigo as delícias

Enquanto cobrias de elogios e de galas
Meu ego e reservavas ao corpo as malícias
A ti prosaicas que, não fossem fictícias
Elas e as palavras tuas, eu iria amá-las

Como amaria a ti também resoluto
Em ser teu homem único e definitivo
Fazendo de ti minha musa adorada,

Mas teu amor seria demais arguto
Para o meu usando o enredo incisivo
Dele acabar ao fim da hora marcada.

Francisco Libânio
21/02/09
12:42 AM
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