terça-feira, 25 de agosto de 2009

Anda!


Extraído de http://cantinhodumaalma.blogs.sapo.pt/arquivo/imagem-mulher-mar.jpg

Anda, que não há tempo a ser perdido,
Já gastei anos de vida até tua chegada.
Uma infância de felicidade imaginada,
Uma adolescência em que parecias ter surgido,
Mas cada uma que eras não eras nenhuma,
Cada uma que eras surgia em rósea bruma
E dá festa que te fazia ias ao esquecimento
Não sem o choro que causavas nos teus até-logos
Disfarçando adeuses, mas tinha a minha crença
Comigo de que virias com teus rostos em desavença
Até que viestes, atendeste aos meus rogos
Com teu belo rosto e teu corpo definitivo
Então anda porque perdi demais e quero repor
O que com as outras de ti chamei de amor
E te amar pelo resto do meu tempo vivo.

Francisco Libânio,
14/07/09, 12:32 AM
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