segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Desespero


Foi no desespero que falei as coisas pesadas
Que feriram de morte teu coração
Hoje, quando eu devia estar calmo e tranqüilo
Há mais desespero e mais tensão
Porque as palavras foram facas muito afiadas
Que assustaram, causaram aversão
Hoje em meu desespero, também eu me mutilo
Para, igual a ti, recorrer ao teu perdão.

Francisco Libânio,
08/11/10, 11:20 PM
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